sábado, 15 de outubro de 2011

  Oi diário eu quero lhe implorar perdão por que eu tinha prometido escrever sobre o bile só que não deu pra mim te contar eu tive tipo um zilhão de coisas pra fazer essa semana então não deu. E ontem quando eu ia escrever um poco em você Marc te pegou (sorte que ele não sabe nada de português). Bem vou contar  meu dia logo.
  eu acordei cedo, é claro que hoje é sábado e eu poderia ter dormido até mais tarde, mas Marc sempre dorme até tarde nos sábados e eu tinha que te resgatar.
  Tomei meu banho, escovei os dentes, etc, etc. E fui pro quarto do Marc, eu procurei fazendo o máximo de silencio possível. Mas desastrada do jeito que eu sou eu derrubei alguma coisa, nem vi o que. e derrepente numa velocidade sobre humana Marc já não estava dormindo e sim com as presas prontas pra morder meu pescoço, mas por sorte ele parou e viu quem era.
  - Samantha o que você está fazendo aqui ?- ele perguntou em um tom irritado quado me soltou
  - Vim pegar meu diário !- eu disse irritada. Ele riu.
  - Eu adoro o seu sotaque francês quando você fica irritada.- ele disse com um o sorriso que eu adoro.
  - Eu não fico com sotaque.- disse relaxando um pouco.
  - Fica, o que eu sempre achei estranho por que você me disse que é nova iorquina.- ele disse.
  - E sou. Como eu já te disse que eu nasci em Nova York no ano de 1945, meu pai era francês refugiado da guerra e quando acabou ele voltou pra frança comigo meu irmão e minha mãe. Eu vivi no sul da França até os meus 10 anos quando minha mãe ficou muito doente e meu pai achou que seria melhor nós voltarmos pros EUA, acabou que minha mãe ficou boa, mas nós continuamos em Nova York, até... Até eu ser transformada.- eu disse a ultima frase como um sussurro.
  - Você nunca tinha me contado isso antes assim como você nunca fala da sua transformação.- ele disse me abraçando.
  - Não tudo bem. Eu era garçonete em uma lanchonete temática na época, sabe daquelas que as garçonetes usavam patins pra servir os fregueses na época já estava saindo de moda mais ainda assim eu adorava trabalhar lá o nome era Skates, eu sei um nome ridículo mais ainda assim eu adorava aquele lugar, então em uma noite de setembro do ano de 1960 eu fui atacada por um assaltante e esfaqueada. Em algum momento no meio da dor e do sangue Rodolfo me encontrou e me transformou.- eu disse e ele me abraço ainda mais forte.
  - Ah meu amor eu realmente não sabia.- ele disse.
  - Não importa. - eu disse e o beijei.
  - É claro que importa... Para ai você disse que o nome da lanchonete era Skates ?- ele perguntou.
  - Sim eu disse. - respondi.
  - Nessa época eu morava em Nova York também e eu adorava esse lugar, por que eu era apaixonado por uma das garçonetes, mas nunca tive coragem de falar com ela, então um dia ela desapareceu. Ah meu Deus agora tudo faz sentido ! Era você Sam !- ele disse animado.
   - Não pode ser... Pode ? -perguntei boba
   - Não sei como não tinha percebido antes !! Você era diferente de quando eu te conheci como vampira, mas os olhos eram os mesmos ! Sabe o que é isso Sam ??- ele disse muito animado
  - Não faço ideia.- eu disse rindo por causa da animação dele.
  - É o destino !- ele disse e me deu um beijo e se ajoelhou.
  - Marc o que você esta fazendo ? -perguntei em quanto ele procurava algo em sua gaveta. E então tirou uma caixinha.
  - Samantha Jenny Bouvier Mendez.-Eu não acredito que ele disse meu nome todo.- Agora eu sei que eu te amei antes mesmo de saber quem você era, eu te amei até antes de te ver pela primeira vez naquela lanchonete, eu te amei dês de que o mundo é mundo e só não havia te encontrado. E agora que eu te encontrei eu sei o que fazer. Esse anel foi do mãe do meu pai e agora eu quero que seja seu por que eu sei que é você que eu quero pra toda a eternidade. Samantha aceita se casar comigo?- ele perguntou e eu fiquei totalmente sem reação. - Sam ? - ele perguntou com um enorme sorriso. É logico que ele já sabia qual seria minha resposta pelos meu sentimentos.
  - Você é um palhaço irritante, mas ainda assim eu não consigo deixar de te amar. E claro que a resposta é sim.- eu disse então ele se levantou e me deu um beijo.
  - Ah Sam só eu sei o quanto eu e amo ! - ele disse pondo o anel em meu dedo.
  - Eu também sei o quanto você me ama.- eu disse nós rimos.
  - É uma pena que ninguém possa saber sobre nós eu queria poder fazer uma enorme festa pra você.- ele disse meio triste.
  - Não importa Marc, nós podemos ir para Vegas que eu não me importo. É só estarmos juntos.- eu disse.
  - É isso ! vamos pra Las Vegas ainda hoje, meus pais estão viajando pra ver uma casa sei lá aonde e vamos Sam. - ele disse animado novamente.
  - Então eu acho que devo arrumar as malas.- eu disse com meu sotaque francês. Ele deu o meu sorriso favorito e me beijou.
  - Vá. E Sam ?- ele chamou quando eu me virei.
  - Sim ?- perguntei.
  - Esqueceu isto. Eu não consegui entender nada do que está escrito.- ele disse e me entregou você diário.
  Eu ri e vim correndo te contar. Agora eu tenho malas para arrumar diário.
  Beijinhos Sam.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Despertada

  Oi diário, eu me sinto um pouco envergonhada por que tem acontecido tantas coisas na minha vida nesses últimos dias que eu acabei me esqueci de você (haha).
  Pois, bem. Agora eu me lembro diário, não só de você (haha), mas de tudo. Da minha vida e da minha família.
  Vou te contar como foi pra você entender.
 
02 de outubro, domingo aproximadamente meia-noite

  Acordei, assustada com barulhos em meu quarto. Olhei pra janela aberta a tempo de ver alguém pulando. Olhei pela e vi uma garota e um... Incubus em sua verdadeira forma.
  Desesperada corri pra fora (esquecendo que estava de pijama, que mico!). Eles lutavam tão intensamente que as pessoas começaram a acordar e sair para ver o que estava acontecendo.
  -PARE ! - eu gritei com medo pelas pessoas que vinham. A garota olhou e se distraiu e o incubus a atacou derrubando-a no chão, ala parecia tão fraca e não se movia.
  - MORRA.- o monstro gritou se preparando para golpear a menina indefesa no chão.
  - NÃO !- gritei jogando a criatura longe
  - Sam... Sai daqui ...!- a garota disse levantando-se com muita dificuldade
  - Não vou deixa-la ...- eu disse se voltando a ela
  - Apenas vá ... se caso eu não voltar ao amanhecer, reponha o colar e fuja para longe .- ela me disse e eu percebi que não estava com meu colar protetor
  - Por que faz isso ? - perguntei
  - Você não se lembra ... mas somos amigas .- ela disse  e foi como um balde de 
água fria. Não eu não lembrava.
  O incubus se aproveitou do nosso momento de distração e me atacou. Eu estava tão ferida.
  - Você é tão fraca quanto a sua irmãzinha.- ele sussurrou para que só eu escutasse
  - Você vai pagar por isso !- a garota disse e o atacou, algo aconteceu na luta, logo a garota havia despedaçado o monstro.
  - Sam... Você está bem?- ela perguntou me examinando. A garota estava coberta de sangue.
  Derrepente eu senti uma enorme onda de poder e meu corpo já não doía mais todos os ferimentos estava curados.E eu me lembrei. Era como se o que quer que fosse que bloqueava minha memoria houvesse sumido quando a onda de poder me atingiu.
  - Bell ! - eu disse de súbito. Ela estava desmaiada es frente a mim.
  A peguei e a levei pra um apartamento onde a energia dele se concentrava. Bati na porta e um garoto atendeu.
  - Ai meu Deus ! O que aconteceu com a Isabel ?- ele me perguntou.
  - É melhor deixar que ela explique quando acordar.- eu disse entregando-a ao garoto que eu não conhecia mais claramente tinha fortes sentimentos pela Bell.- Quando ela acordar... Diga... Diga a ela que eu agradeço muito...  E diga também que eu me lembro.- eu disse e fui embora.
  Quando cheguei em casa percebi que ninguém tinha notado que eu sai então me joguei na cama e dormi.
  
  06 de outubro, quinta feira 6:00 AM

  O despertador tocou, eu bati nele com tanta força que o quebrei ( algumas coisa não mudam). Me levantei e fui tomar banho. Depois de tomar banho escovar os dentes e Etc sai do banheiro apenas de Jeans e sutiã e me postei em frente ao espelho. E comecei a encarar a fina cicatriz branca na altura do meu estomago, Quando sem memoria eu me perguntava como eu a havia conseguido.
  - Oi Sam.- Marc disse entrando em meu quarto.
  - NÃO SABE BATER ?- eu gritei tentando me cobrir
  - Sei só não quis. - ele disse com um sorriso ao ver como eu estava.
  - SAI DAQUI MARC !!! - eu disse ainda gritando.
  - Ei calma eu só quero conversar.- ele disse ainda sorrindo e me jogou uma blusa que estava em minha cama.
  Eu vesti a blusa e me sentei ao lado dele.
  - Tudo bem... O que você quer?- eu disse tentando soar gentil
  - É que... Sam você gosta de mim?- ele perguntou agora sem o sorriso. Marc andava muito inseguro dês de que eu havia recuperado a memoria. ele estava feliz é claro, mas com medo de que lembrando do Leo eu deixasse de gostar dele.
  - É claro que eu gosto de você Marc, por isso estamos juntos.- eu disse com um meio sorriso pra ele.
  - Sam... - ele começou a dizer, mas não continuou. por que eu o beijei.
  Não havia mais nada a ser dito naquele momento enquanto os lábios dele corriam nos meus. Eu ainda sentia a insegurança dele, mas eu não me importei por que eu sabia que tudo era bobagem e passaria logo.
  - Marc... - eu meio que gemi conseguindo me livra dos lábios dele.
  - Sim?- a voz dele soava rouca de desejo por mais.
  - Precisamos ir pra escola. - eu disse.
  - Ah é.- ele disse e nós levantamos.- Vamos.- ele disse ajeitando seus cabelos loiros.
  O resto do dia foi normal na escola, Alison e eu estamos muito amigas agora que não há mais segredos. E a manhã eu terei que enfrentar algo quase tão terrível quanto um Incubus... Um baile.
  Juro que te conto tudo diário.
  Beijinhos Sam